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ZONA D

...depois das Zonas A, B e C, como é óbvio! NOTA: Clique sempre sobre cada imagem! Às vezes pode valer a pena!!!

Dária Ferreira

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(Embora com uma idade destas... quando tiver certezas, digo...)
"Eu só sei que nada sei."

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Olá! Está na Zona D...

May 07

Lembram-se???…

Parte 1

zmb (Foto daqui)

Parte 2

 

 

Tão actual. É só trocar alguns nomes próprios…

March 30

Estudamos pouco, é isso….

São boas, não são?!… !cid_19_924345641@web52008_mail_re2_yahoo


*O metro é a décima milionésima parte de um quarto do meridiano terrestre e para o cálculo Dar certo arredondaram a Terra! *
*O cérebro humano tem dois lados, um para vigiar o outro.*

*O cérebro tem uma capacidade tão Grande que hoje em dia, praticamente, toda a gente tem um.*
*Quando o olho vê, não sabe o que está a ver, então ele Amanda uma foto eléctrica para o cérebro que lhe explica o que está a ver.*
*O nosso sangue divide-se em glóbulos brancos, glóbulos vermelhos e até verdes!

*Nas olimpíadas a competição é tanta que só cinco atletas chegam entre OS dez primeiros.*
*O teste do carbono 14 permite-nos saber se antigamente alguém morreu.*
*Antes mesmo DA guerra a Mercedes já fabricava Volkswagen.*
*Pedofilia é o Nome que se dá ao estudo dos pêlos.*
*O pai de D. Pedro II era D. Pedro I, e de D. Pedro I era D. Pedro 0*
*Nos aviões, OS passageiros DA primeira classe sofrem menos acidentes que OS DA classe económica.*
*O índice de fecundidade deve ser igual a 2 para garantir a reprodução das espécies, pois precisa-se de um macho e uma fêmea para fazer o bebé. Podem até ser 3 ou 4, mas chegam 2.*
*O homossexualismo, ao contrário do que todos imaginam, não é uma doença, mas ninguém quer tê-la. *
*Em 2020 a caixa de previdência já não tem dinheiro para pagar aos reformados, graças à quantidade de velhos que não querem morrer.*
*O verme conhecido como solitária é um molusco que mora no interior, mas que está muito sozinho.*
*Na segunda guerra mundial toda a Europa foi vítima DA Barbie (queria dizer, decerto, barbárie) nasista.*
*Cada vez mais as pessoas querem conhecer a sua família através DA árvore ginecológica.*
*O hipopótamo comanda o sistema digestivo e o hipotálamo é um bicho muito perigoso.*
*A Terra vira-se nela mesma, e esse difícil movimento chama-se arrotação.*
*Lenini e Stalone eram grandes figuras do comunismo na Rússia.*
*Uma tonelada pesa pelo menos 100Kg de chumbo.*
*Quando OS egípcios viam a morte a chegar, disfarçavam-se de múmia.*
*Uma linha recta deixa de ser recta quando encontra uma curva.*
*O aço é um metal muito mais resistente do que a Madeira.*
*O porco é assim chamado porque é nojento.*
*A fundação do Titanic serve para mostrar a agressividade dos ice-bergs.*
*Para fazer uma divisão basta multiplicar subtraindo.*
*A água tem uma cor inodora.*
*O telescópio é um tubo que nos permite ver televisão de muito longe.*
*O Marechal António Spínola é conhecido principalmente por estar no dicionário.*
*A idade DA pedra começa com a invenção do Bronze.*
*O sul foi posto debaixo do norte por ser mais cómodo.*
*Os rios podem escolher desembocar no mar ou na montanha.*
*A luta Greco-romana causou a guerra entre esses dois países.*
*Os escravos dos romanos eram fabricados em África, mas não eram de boa qualidade.*
*O tabaco é uma planta carnívora que se alimenta de pulmões.*
*Na Idade Média OS tractores eram puxados por bois, pois não tinham gasolina.*
*A baleia é um peixe mamífero encontrado em abundância nos nossos rios.*
*Quando dois átomos se encontram, vai Dar uma Grande merda.*
*Princípio de Arquimedes: qualquer corpo mergulhado na água, sai completamente molhado.*
*Newton foi um Grande ginecologista e obstetra europeu que regulamentou a lei DA gravidez e estudou OS ciclos de Ogino-Knaus.*
*Pergunta: Em quantas partes se divide a cabeça?
Resposta: Depende DA força DA cacetada.*
*A trompa de Eustáquio é um instrumento musical de sopro, inventado pelo Grande músico belga Eustáquio, de Bruxelas.*
*Parasitismo é o facto de um gajo não trabalhar e viver à 'pala' dos outros, de dinheiro, cigarros e outros bens materiais.*
*Ecologia é o estudo dos ecos, isto é, DA Ida e vinda dos sons.*
*A Biologia é o estudo DA saúde. E para beneficiar a saúde é que foi inventado o biotónico.*
*As constelações servem para clareficar a noite.*
*Ao princípio OS índios eram muito atrasados mas com o tempo foramse sifilizando.*
*O Convento dos Capuchos foi construído no céculo 16 mas só no céculo 17 foi levado definitivamente para o alto do Monte.*
*A História divide-se em 4: Antiga, Média, Momentânea e Futura, a mais estudada hoje*
*A Bigamia era uma espécie de carroça dos gladiadores, puchada por dois cavalos.*
*As aves teem na boca um dente chamado bico.*
*A Terra é um dos planetas mais conhecidos e habitados do mundo.*

 

(Recebido por email)

February 25

Special meeting

meet

 

      até!

February 23

... ai, ando tão contente por ser "bimbólica"!

tshirts20bimby

(Tenho que mandar vir esta pra mim!)

February 08

Mina, chocolate, cerveja... Recomecemos!!!

carte-belgique

Voltei de uma semanita de trabalho menos rotineiro, com paragem inicial em Lisboa, depois Bruxelas, Houthalen - no Limbourg, perto de Hasselt -, Bruxelas de novo, Lisboa, .... casa. Estive num postalinho de Natal nos dois últimos dias de Bélgica, coisa deliciosa mas FRIA, claro!

Foi bom estar de novo com o grupo de trabalho. Desta vez os da casa levaram-nos a ver Le musée flamand de la mine (Vlaams Mijnmuseum), instalado em Beringen, uma mina de carvão desactivada, o que foi muito interessante e TRISTE, também.

beringen_minecharbon

(Durante a explicação do que lá se passou em tempos e da visão dos locais decrépitos e escuros onde trabalhavam pessoas em manadas, em condições péssimas, parecia estar quase em Auschwitz... O frio que nos roía naquele momento ajudava a ilustrar como tudo era tão DURO para aqueles homens.)

Depois, o oposto: como fazer chocolate, o magnífico, delicioso, fantástico chocolate belga. O lado DOCE. 

chocolat(Fazer alguns dos gestos do chocolatier, que nos ensinou pacientemente como chegar a maravilhas como o praliné, o miel, o moka... Deliciar-se depois com a prova da obra terminada. Comprar, no fim, obviamente, caixinhas com assortiments do divinal conteúdo.)

GrandPlace Bruxelas, como sempre, e apesar do gelo, muito agradável na sua "sala de estar", a Grand Place e arredores.

(O Manneken Pis manneken pis lá estava, sem nenhum dos seus fatinhos, nu, apesar do frio... As cervejolas provadas foram votadas - tudo apontado num bloquinho - e o grupo fez ganhar a blond-triple-karmeliet Blond Triple Karmeliet,  embora a minha favorita tenha sido a hoegardengrandcru Hoegaarden Grand Cru. Não encontrei a minha Scotch, a degustar com queijo aos quadradinhos salpicado com sel de célery!!!! scotchbelgianbeer Hélas!)

 

(Fotos retiradas da net)

Bom, agora estou de volta. Relato feito, vamos lá recomeçar com a vidinha habitual e ver as aulas a preparar, que amanhã os putos estão à espera.

São quase 6 da tarde, estás à espera de quê??!!!    

January 25

Porque eu mereço!

Passei a bimbólica ontem! Só a tenho em casa na próxima semana, mas já lhe arranjei um espaço na (mini)bancada da cozinha... A demonstração/compra deu-se ontem... Podia escrever aqui um tratado sobre, mas .... SÓ VISTO!!!

 

Anseio pela hora de poder usá-la!!! Passa, semana, passa....

 

Bimby

December 27

Natal 2008

boasfestas

November 23

Em 1599 sabiam...

Ratiostudiorum

 

“Nada deve ser mais importante nem mais desejável (…) do que preservar a boa disposição dos professores (…). É nisso que reside o maior segredo do bom funcionamento das escolas (…).”

“Com amargura de espírito, os professores não poderão prestar um bom serviço, nem responder convenientemente às [suas] obrigações.”

Recomenda-se a todos os professores um dia de repouso semanal: “A solicitude por parte dos superiores anima muito os súbditos e reconforta-os no trabalho.”

“Quando um professor desempenha o seu ministério com zelo e diligência, não seja esse o pretexto para o sobrecarregar ainda mais e o manter por mais tempo naquele encargo. De outro modo os professores começarão a desempenhar os seus deveres com mais indiferença e negligência, para que não lhes suceda o mesmo.”

Incentivar e valorizar a sua produção literária: porque “a honra eleva as artes.”

“Em meses alternados, pelo menos, o reitor deverá chamar os professores (…) e perguntar-lhes-á, com benevolência, se lhes falta alguma coisa, se algo os impede de avançar nos estudos e outras coisas do género. Isto se aplique não só com todos os professores em geral, nas reuniões habituais, mas também com cada um em particular, a fim de que o reitor possa dar-lhes mais livremente sinais da sua benevolência, e eles próprios possam confessar as suas necessidades, com maior liberdade e confiança. Todas estas coisas concorrem grandemente para o amor e a união dos mestres com o seu superior. Além disso, o superior tem assim possibilidade de fazer com maior proveito algum reparo aos professores, se disso houver necessidade.”

"I. 22. Para as letras, preparem-se professores de excelência

Para conservar (…) um bom nível de conhecimento de letras e de humanidades, e para assegurar como que uma escola de mestres, o provincial deverá garantir a existência de pelo menos dois ou três indivíduos que se distingam notoriamente em matéria de letras e de eloquência. Para que assim seja, alguns dos que revelarem maior aptidão ou inclinação para estes estudos serão designados pelo provincial para se dedicarem imediatamente àquelas matérias – desde que já possuam, nas restantes disciplinas, uma formação que se considere adequada. Com o seu trabalho e dedicação, poder-se-á manter e perpetuar como que uma espécie de viveiro para uma estirpe de bons professores.

II. 20. Manter o entusiasmo dos professores

O reitor terá o cuidado de estimular o entusiasmo dos professores com diligência e com religiosa afeição. Evite que eles sejam demasiado sobrecarregados pelos trabalhos domésticos."

Ratio Studiorum da Companhia de Jesus (1599).

 

 

(Recebido por email)

November 17

Professor, digamos... Simplício.

"Resposta ao Caríssimo que veio aos jornais INDIGNAR-SE contra os professores.
Tal demonstra bem como os profs trabalham tanto e "nem se dá por ela".

Caro anónimo indignado com a indignação dos professores,

Homens (e as mulheres) não se medem aos palmos, medem-se, entre outras coisas, por aquilo que afirmam, isto é, por saberem ou não saberem o que dizem e do que falam.

O caro anónimo mostra-se indignado (apesar de não aceitar que os professores também se possam indignar! Dualidade de critérios deste nosso estimado anónimo... Mas passemos à frente) com o excesso de descanso dos professores: afirma que descansamos no Natal, no Carnaval, na Páscoa e no Verão, (esqueceu-se de mencionar que também descansamos aos fins-de-semana). E o nosso prezado anónimo insurge-se veementemente contra tão desmesurada dose de descanso de que os professores usufruem e de que, ao que parece, ninguém mais usufrui.

Ora vamos lá ver se o nosso atento e sagaz anónimo tem razão. Vai perdoar-me, mas, nestas coisas, só lá vamos com contas.

O horário semanal de trabalho do professor é 35 horas. Dessas trinta e cinco, 11 horas (em alguns casos até são apenas dez) são destinadas ao seu trabalho individual, que cada um gere como entende. As outras 24 horas são passadas na escola, a leccionar, a dar apoio, em reuniões, em aulas de substituição, em funções de direcção de turma, de coordenação pedagógica, etc., etc.

Bom, centremo-nos naquelas 11 horas que estão destinadas ao trabalho que é realizado pelo professor fora da escola (já que na escola não há quaisquer condições de o realizar): preparação de aulas, elaboração de testes, correcção de testes, correcção de trabalhos de casa, correcção de trabalhos individuais e/ou de grupo, investigação e formação contínua. Agora, vamos imaginar que um professor, a quem podemos passar a chamar de Simplício, tem 5 turmas, 3 níveis de ensino, e que cada turma tem 25 alunos (há casos de professores com mais turmas, mais alunos e mais níveis de ensino e há casos com menos - ficamos por uma situação média, se não se importar). Para sabermos o quanto este professor trabalha ou descansa, temos de contar as suas horas de trabalho.

Vamos lá, então, contar:

1. Preparação de aulas: considerando que tem duas vezes por semana cada uma dessas turmas e que tem três níveis diferentes de ensino, o professor Simplício precisa de preparar, no mínimo, 6 aulas por semana (estou a considerar, hipoteticamente, que as turmas do mesmo nível são exactamente iguais -- o que não acontece -- e que, por isso, quando prepara para uma turma também já está a preparar para a outra turma do mesmo nível). Vamos considerar que a preparação de cada aula demora 1 hora. Significa que, por semana, despende 6 horas para esse trabalho. Se o período tiver 14 semanas, como é o caso do 1.º período do presente ano lectivo, o professor gasta um total de 84 horas nesta tarefa.

2. Elaboração de testes: imaginemos que o prof. Simplício realiza, por período, dois testes em cada turma. Significa que tem de elaborar dez testes. Vamos imaginar que ele consegue gastar apenas 1 hora para preparar, escrever e fotocopiar o teste (estou a ser muito poupado, acredite), quer dizer que consome, num período, 10 horas neste trabalho.

3. Correcção de testes: o prof. Simplício tem, como vimos, 125 alunos, isto implica que ele corrige, por período, 250 testes. Vamos imaginar que ele consegue corrigir cada teste em 25 minutos (o que, em muitas disciplinas, seria um milagre, mas vamos admitir que sim, que é possível corrigir em tão pouco tempo), demora mais de 104 horas para conseguir corrigir todos os testes, durante um período.

4. Correcção de trabalhos de casa: consideremos que o prof. Simplício só manda realizar trabalhos para casa uma vez por semana e que corrige cada um em 10 minutos. No total são mais de 20 horas (isto é, 125 alunos x 10 minutos) por semana. Como o período tem 14 semanas, temos um resultado final de mais de 280 horas.

5. Correcção de trabalhos individuais e/ou de grupo: vamos pensar que o prof. Simplício manda realizar apenas um trabalho de grupo, por período, e que cada grupo é composto por 3 alunos; terá de corrigir cerca de 41 trabalhos. Vamos também imaginar que demora apenas 1 hora a corrigir cada um deles (os meus colegas até gargalham, ao verem estes números tão minguados), dá um total de 41 horas.

6. Investigação: consideremos que o professor dedica apenas 2 horas por semana a investigar, dá, no período, 28 horas (2h x 14 semanas).

7. Acções de formação contínua: para não atrapalhar as contas, nem vou considerar este tempo.

Vamos, então, somar isto tudo:

84h+10h+104h+280h+41h+28h=547 horas.

Multipliquemos, agora, as 11horas semanais que o professor tem para estes trabalhos pelas 14 semanas do período: 11hx14= 154 horas.

Ora 547h-154h=393 horas. Significa isto que o professor trabalhou, no período, 393 horas a mais do que aquelas que lhe tinham sido destinadas para o efeito.

Vamos ver, de seguida, quantos dias úteis de descanso tem o professor no Natal.

No próximo Natal, por exemplo, as aulas terminam no dia 18 de Dezembro. Os dias 19, 22 e 23 serão para realizar Conselhos de Turma, portanto, terá descanso nos seguintes dias úteis: 24, 26, 29 30 e 31 de Dezembro e dia 2 de Janeiro. Total de 6 dias úteis. Ora 6 dias vezes 7 horas de trabalho por dia dá 42 horas. Então, vamos subtrair às 393 horas a mais que o professor trabalhou as 42 horas de descanso que teve no Natal, ficam a sobrar 351 horas. Quer dizer, o professor trabalhou a mais 351 horas!! Isto em dias de trabalho, de 7 horas diárias, corresponde a 50 dias!!! O professor Simplício tem um crédito sobre o Estado de 50 dias de trabalho. Por outras palavras, o Estado tem um calote de 50 dias para com o prof. Simplício.

Pois é, não parecia, pois não, caro anónimo? Mas é isso que o Estado deve, em média, a cada professor no final de cada período escolar.

Ora, como o Estado somos todos nós, onde se inclui, naturalmente, o nosso prezado anónimo, (pressupondo que, como nós, tem os impostos em dia) significa que o estimado anónimo, afinal, está em dívida para com o prof. Simplício. E ao contrário daquilo que o nosso simpático anónimo afirmava, os professores não descansam muito, descansam pouco!

Veja lá os trabalhos que arranjou: sai daqui a dever dinheiro a um professor. Mas, não se incomode, pode ser que um dia se encontrem e, nessa altura, o amigo paga o que deve."

 

 

(Recebido por email)

November 15

Abaixo-Assinado

 

Assina AQUI.

 

 

(Daqui a pouco, às 14h, estou convosco no Marquês de Pombal.)

 

235

 

Imagem daqui

November 11

Resposta indecente

Oiçam aqui.

November 10

No Chile...

...esta "nossa" avaliação dá nisto...

November 08

Caixinha dos 5 sentidos

 

 

Numa caixa, os 5 sentidos

52d

para ver, um porta-retratos

52b

5 sentidos enfiados numa caixa

para cheirar, Escada

52

sentidos, os 5, dentro duma caixa

para tocar, seda

52a

metidos numa caixa, os 5 sentidos

para o paladar, chocolate

52b 

os 5 sentidos, numa caixa

para ouvir, Camille

52c 

E uma filha linda e criativa para mos oferecer!

 

October 20

Falando mais a sério

... já agora,... esta Carta Aberta, recebida por email:

 

"CARTA ABERTA AO PRIMEIRO-MINISTRO
É um texto longo, que não se arrependerá de ler:

Sr. 'Engº' José Sócrates,

Antes de mais, peço desculpa por não o tratar por Excelência nem por Primeiro-Ministro, mas, para ser franca, tenho muitas dúvidas quanto ao facto de o senhor ser excelente e, de resto, o cargo de primeiro-ministro parece-me, neste momento, muito pouco dignificado.
Também queria avisá-lo de antemão que esta carta vai ser longa, mas penso que não haverá problema para si, já que você é do tempo em que o ensino do Português exigia grandes e profundas leituras. Ainda pensei em escrever tudo por tópicos e com abreviaturas, mas julgo que lhe faz bem recordar o prazer de ler um texto bem escrito, com princípio, meio e fim, e que, quiçá, o faça reflectir (passe a falta de modéstia).
Gostaria de começar por lhe falar do 'Magalhães'. Não sobre os erros ortográficos, porque a respeito disso já o seu assessor deve ter recebido um e-mail meu. Queria falar-lhe da gratuitidade, da inconsequência, da precipitação e da leviandade com que o senhor engenheiro anunciou e pôs em prática o projecto a que chama de e-escolinha.
O senhor fala em Plano Tecnológico e, de facto, eu tenho visto a tecnologia, mas ainda não vi plano nenhum. Senão, vejamos a cronologia dos factos associados ao projecto 'Magalhães':
No princípio do mês de Agosto, o senhor engenheiro apareceu na televisão a anunciar o projecto e-escolinhas e a sua ferramenta: o portátil Magalhães.
No dia 18 de Setembro (quinta-feira) ao fim do dia, o meu filho traz na mochila um papel dirigido aos encarregados de educação, com apenas quatro linhas de texto informando que o 'Magalhães' é um projecto do Governo e que, dependendo do escalão de IRS, o seu custo pode variar entre os zero e os 50 euros. Mais nada! Seguia-se um formulário com espaço para dados como nome do aluno, nome do encarregado de educação, escola, concelho, etc. e, por fim, a oportunidade de assinalar, com uma cruzinha, se pretendemos ou não adquirir o 'Magalhães'.
No dia 22 de Setembro (segunda-feira), ao fim do dia, o meu filho traz um novo papel, desta vez uma extensa carta a anunciar a visita, no dia seguinte, do primeiro-ministro para entregar os primeiros 'Magalhães' na EB1 Padre Manuel de Castro. Novamente uma explicação respeitante aos escalões do IRS e ao custo dos portáteis.
No dia 23 de Setembro (terça-feira), o meu filho não traz mais papéis, traz um 'Magalhães' debaixo do braço. Ora, como é fácil de ver, tudo aconteceu num espaço de três dias úteis em que as famílias não tiveram oportunidade de obter esclarecimentos sobre a futura utilização e utilidade do 'Magalhães'. Às perguntas que colocámos à professora sobre o assunto, ela não soube responder. Reunião de esclarecimento, nunca houve nenhuma.
Portanto, explique-me, senhor engenheiro: o que é que o seu Governo pensou para o 'Magalhães'? Que planos tem para o integrar nas aulas? Como vai articular o seu uso com as matérias leccionadas? Sabe, é que 50 euros talvez seja pouco para se gastar numa ferramenta de trabalho, mas, decididamente, e na minha opinião, é demasiado para se gastar num brinquedo. Por favor, senhor engenheiro, não me obrigue a concluir que acabei de pagar por uma inutilidade, um capricho seu, uma manobra de campanha eleitoral, um espectáculo de fogo de artifício do qual só sobra fumo e o fedor intoxicante da pólvora.
Seja honesto com os portugueses e admita que não tem plano nenhum. Admita que fez tudo tão à pressa que nem teve tempo de esclarecer as escolas e os professores. E não venha agora dizer-me que cabe aos pais aproveitarem esta maravilhosa oportunidade que o Governo lhes deu e ensinarem os filhos a lidar com as novas tecnologias. O seu projecto chama-se e-escolinha, não se chama e-familiazinha! Faça-lhe jus! Ponha a sua equipa a trabalhar, mexa-se, credibilize as suas iniciativas!
Uma coisa curiosa, senhor engenheiro, é que tudo parece conspirar a seu favor nesta sua lamentável obra de empobrecimento do ensino assente em medidas gratuitas.
Há dias arrisquei-me a ver um episódio completo da série Morangos com Açúcar. Por coincidência, apanhei precisamente o primeiro episódio da nova série que significa, na ficção, o primeiro dia de aulas daquela miudagem. Ora, nesse primeiro dia de aulas, os alunos conheceram a sua professora de matemática e o seu professor de português. As imagens sucediam-se alternando a aula de apresentação de matemática por contraposição à de português. Enquanto a professora de matemática escrevia no quadro os pressupostos da sua metodologia - disciplina, rigor e trabalho - o professor de português escrevia no quadro os pressupostos da sua - emoção, entrega e trabalho. Ora, o que me faz espécie, senhor engenheiro, é que a personagem da professora de matemática é maldosa, agressiva e antiquada, enquanto que o professor de português é um tipo moderno e bué de fixe. Então, de acordo com os princípios do raciocínio lógico, se a professora de matemática é maldosa e agressiva e os seus pressupostos são disciplina e rigor, então a disciplina e o rigor são coisas negativas. Por outro lado, se o professor de português é bué de fixe, então os pressupostos da emoção e da entrega são perfeitos. E de facto era o que se via. Enquanto que na aula de matemática os alunos bufavam, entediados, na aula de português sorriam, entusiasmados.
Disciplina e rigor aparecem, assim, como conceitos inconciliáveis com emoção e entrega, e isto é a maior barbaridade que eu já vi na minha vida. Digo-o eu, senhor engenheiro, que tenho uma profissão que vive das emoções, mas onde o rigor é 'obstinado', como dizem os poetas. Eu já percebi que o ensino dos dias de hoje não sabe conciliar estes dois lados do trabalho. E, não o sabendo, optou por deixar de lado a disciplina e o rigor. Os professores são obrigados a acreditar que para se fazer um texto criativo não se pode estar preocupado com os erros ortográficos. E que para se saber fazer uma operação aritmética não se pode estar preocupado com a exactidão do seu resultado. Era o que faltava, senhor engenheiro!
Agora é o momento em que o senhor engenheiro diz de si para si: mas esta mulher é um Velho do Restelo, que não percebe que os tempos mudaram e que o ensino tem que se adaptar a essas mudanças? Percebo, senhor engenheiro. Então não percebo? Mas acontece que o que o senhor engenheiro está a fazer não é adaptar o ensino às mudanças, você está a esvaziá-lo de sentido e de propósitos. Adaptar o ensino seria afinar as metodologias por forma a torná-las mais cativantes aos olhos de uma geração inquieta e voltada para o imediato. Mas nunca diminuir, nunca desvalorizar, nunca reduzir ao básico, nunca baixar a bitola até ao nível da mediocridade.
Mas, por falar em Velho do Restelo...
.. Li, há dias, numa entrevista com uma professora de Literatura Portuguesa, que o episódio do Velho do Restelo foi excluído do estudo d'Os Lusíadas. Curioso, porque este era o episódio que punha tudo em causa, que questionava, que analisava por outra perspectiva, que é algo que as crianças e adolescentes de hoje em dia estão pouco habituados a fazer. Sabem contrariar, é certo, mas não sabem questionar. São coisas bem diferentes: contrariar tem o seu quê de gratuito; questionar tem tudo de filosófico. Para contrariar, basta bater o pé. Para questionar, é preciso pensar.
Tenho pena, porque no meu tempo (que não é um tempo assim tão distante), o episódio do Velho do Restelo, juntamente com os de Inês de Castro e da Ilha dos Amores, era o que mais apaixonava e empolgava a turma. Eram três episódios marcantes, que quebravam a monotonia do discurso de engrandecimento da nação e que, por isso, tinham o mérito de conseguir que os alunos tivessem curiosidade em descodificar as suas figuras de estilo e desbravar o hermetismo da linguagem. Ainda hoje me lembro exactamente da aula em que começámos a ler o episódio de Inês de castro e lembro-me das palavras da professora Lídia, espicaçando-nos, estimulando-nos, obrigando-nos a pensar. E foi há 20 anos.
Bem sei que vivemos numa era em que a imagem se sobrepõe à palavra, mas veja só alguns versos do episódio de Inês de Castro, veja que perfeita e inequívoca imagem eles compõem:


'Estavas, linda Inês, posta em sossego,
De teus anos colhendo doce fruito,
Naquele engano d'alma ledo e cego,
Que a fortuna não deixa durar muito (...)'


Feche os olhos, senhor engenheiro, vá lá, feche os olhos. Não consegue ver, perfeitamente desenhado e com uma nitidez absoluta, o rosto branco e delicado de Inês de Castro, os seus longos cabelos soltos pelas costas, o corpo adolescente, as mãos investidas num qualquer bordado, o pensamento distante, vagueando em delícias proibidas no leito do príncipe? Não vê os seus olhos que de vez em quando escapam às linhas do bordado e vão demorar-se na janela, inquietos de saudade, à espera de ver D. Pedro surgir a galope na linha do horizonte? E agora, se se concentrar bem, não vê uma nuvem negra a pairar sobre ela, não vê o prenúncio do sangue a escorrer-lhe pelos fios de cabelo? Não consegue ver tudo isto apenas nestes quatro versos? Pois eu acho estes quatro versos belíssimos, de uma simplicidade arrebatadora, de uma clareza inesperada. É poesia, senhor engenheiro,
é poesia! Da mais nobre, grandiosa e magnífica que temos na nossa História. Não ouse menosprezá-la. Não incite ninguém a desrespeitá-la.
Bem, admito que me perdi em divagações em torno da Inês de Castro. O que eu queria mesmo era tentar perceber porque carga de água o Velho do Restelo desapareceu assim. Será precisamente por estimular a diferença de opiniões, por duvidar, por condenar? Sabe, não tarda muito, o episódio da Ilha dos Amores será também excluído dos conteúdos programáticos por 'alegado teor pornográfico' e o de Inês de Castro igualmente, por 'incitamento ao adultério e ao desrespeito pela autoridade'.
Como é, senhor engenheiro? Voltamos ao tempo do 'lápix' azul?
E já agora, voltando à questão do rigor e da disciplina, da entrega e da emoção: o senhor engenheiro tem ideia de quanta entrega e de quanta emoção Luís de Camões depôs na sua obra? E, por outro lado, o senhor engenheiro duvida da disciplina e do rigor necessários à sua concretização? São centenas e centenas de páginas, em dezenas de capítulos e incontáveis estrofes com a mesma métrica, o mesmo tipo de rima, cada palavra escolhida a dedo... o que implicou tudo isto senão uma carga infinita de disciplina e rigor?
Senhor engenheiro José Sócrates: vejo que acabo de confiar o meu filho ao sistema de ensino onde o senhor montou a sua barraca de circo e não me apetece nada vê-lo transformar-se num palhaço. Bem, também não quero ser injusta consigo. A verdade é que as coisas já começaram a descarrilar há alguns anos, mas também é verdade que você está a sobrealimentar o crime, com um tirinho aqui, uma facadinha ali, uma desonestidade acolá.
Lembro-me bem da época em que fiz a minha recruta como jornalista e das muitas vezes em que fui cobrir cerimónias e eventos em que você participava. Na altura, o senhor engenheiro era Secretário de Estado do Ambiente e andava com a ministra Elisa Ferreira por esse Portugal fora, a inaugurar ETAR's e a selar aterros. Também o vi a plantar árvores, com as suas próprias mãos. E é por isso que me dói que agora, mais de dez anos depois, você esteja a dar cabo das nossas sementes e a tornar estéreis os solos que deveriam ser férteis.
Sabe, é que eu tenho grandes sonhos para o meu filho. Não, não me refiro ao sonho de que ele seja doutor ou engenheiro. Falo do sonho de que ele respeite as ciências, tenha apreço pelas artes, almeje a sabedoria e valorize o trabalho. Porque é isso que eu espero da escola. O resto é comigo.
Acho graça agora a ouvir os professores dizerem sistematicamente aos pais que a família deve dar continuidade, em casa, ao trabalho que a escola faz com as crianças. Bem, se assim fosse eu teria que ensinar o meu filho a atirar com cadeiras à cabeça dos outros e a escrever as redacções em linguagem de sms. Não. Para mim, é o contrário: a escola é que deve dar continuidade ao trabalho que eu faço com o meu filho. Acho que se anda a sobrevalorizar o papel da escola. No meu tempo, a escola tinha apenas a função de ensinar e fazia-o com competência e rigor. Mas nos dias que correm, em que os pais não têm tempo nem disposição para educar os filhos, exige-se à escola que forme o seu carácter e ocupe todo o seu tempo livre. Só que infelizmente ela tem cumprido muito mal esse papel.
A escola do meu tempo foi uma boa escola. Hoje, toda a gente sabe que a minha geração é uma geração de empreendedores, de gente criativa e com capacidade iniciativa, que arrisca, que aposta, que ambiciona. E não é disso que o país precisa? Bem sei que apanhámos os bons ventos da adesão à União Europeia e dos fundos e apoios que daí advieram, mas isso por si só não bastaria, não acha? E é de facto curioso: tirando o Marco cigano, que abandonou a escola muito cedo, e a Fatinha que andava sempre com ranhoca no nariz e tinha que tomar conta de três irmãos mais novos, todos os meus colegas da primária fizeram alguma coisa pela vida. Até a Paulinha, que era filha da empregada (no meu tempo dizia-se empregada e não auxiliar de acção educativa, mas, curiosamente, o respeito por elas era maior), apesar de se ter ficado pelo 9º ano, não descansou enquanto não abriu o seu próprio Pão Quente e a ele se dedicou com afinco e empenho. E, no entanto, levámos reguadas por não sabermos de cor as principais culturas das
ex-colónias e éramos sujeitos a humilhação pública por cada erro ortográfico. Traumatizados? Huuummm... não me parece. Na verdade, senhor engenheiro, tenho um respeito e uma paixão pela escola tais que, se tivesse tempo e dinheiro, passaria o resto da minha vida a estudar.
Às vezes dá-me para imaginar as suas conversas com os seus filhos (nem sei bem se tem um ou dois filhos...) e pergunto-me se também é válido para eles o caos que o senhor engenheiro anda a instalar por aí. Parece que estou a ver o seu filho a dizer-lhe: ó pai, estou com dificuldade em resolver este sistema de três equações a três incógnitas... dás-me uma ajuda? E depois, vejo-o a si a responder com a sua voz de homilia de domingo: não faz mal, filho... sabes escrever o teu nome completo, não sabes? Então não te preocupes, é perfeitamente suficiente...
Vendo as coisas assim, não lhe parece criminoso o que você anda a fazer? E depois, custa-me que você apareça em praça pública acompanhado da sua Ministra da Educação, que anda sempre com aquele ar de infeliz, de quem comeu e não gostou, ambos com o discurso hipócrita do mérito dos
professores e do sucesso dos alunos, apoiados em estatísticas cuja real interpretação, à luz das mudanças que você operou, nos apresenta uma monstruosa obscenidade. Ofende-me, sabe? Ofende-me por me tomar por estúpida. Aliás, a sua Ministra da Educação é uma das figuras mais
desconcertantes que eu já vi na minha vida. De cada vez que ela fala, tenho a sensação que está a orar na missa de sétimo dia do sistema de ensino e que o que os seus olhos verdadeiramente dizem aos pais deste Portugal é apenas 'os meus sentidos pêsames'.
Não me pesa a consciência por estar a escrever-lhe esta carta. Sabe, é que eu não votei em si para primeiro-ministro, portanto estou à vontade. Eu votei em branco. Mas, alto lá! Antes que você peça ao seu assessor para lhe fazer um discurso sobre o afastamento dos jovens da política, lembre-se, senhor engenheiro: o voto em branco não é o voto da indiferença, é o voto da insatisfação! Mas, porque vos é conveniente, o voto em branco é contabilizado, indiscriminadamente, com o voto nulo, que é aquele em que os alienados desenham macaquinhos e escrevem obscenidades.
Você, senhor engenheiro, está a arriscar-se demasiado. Portugal está prestes a marcar-lhe uma falta a vermelho no livro de ponto. Ah... espere lá... as faltas a vermelho acabaram... agora já não há castigos...
Bem, não me vou estender mais, até porque já estou cansada de repetir 'senhor engenheiro para cá', 'senhor engenheiro para lá'. É que o meu marido também é engenheiro e tenho receio de lhe ganhar cisma.
Esta carta não chegará até si. Vou partilhá-la apenas e só com os meus E-leitores (sim, sim, eu também tenho os meus eleitores) e talvez só por causa disso eu já consiga hoje dormir melhor. Quanto a si, tenho dúvidas.
Para terminar, tenho um enorme prazer em dedicar-lhe, aqui, uma estrofe do episódio do Velho do Restelo. Para que não caia no esquecimento. Nem no seu, nem no nosso.


'A que novos desastres determinas
De levar estes Reinos e esta gente?
Que perigos, que mortes lhe destinas,
Debaixo dalgum nome preminente?
Que promessas de reinos e de minas
De ouro, que lhe farás tão facilmente?
Que famas lhe prometerás? Que histórias?
Que triunfos? Que palmas? Que vitórias? '


Atenciosamente e ao abrigo do artigo nº 37 da Constituição da República Portuguesa,

Uma mãe preocupada"

Zézitos

Nunca mais tinha ido à Missa!

Este Zé Carlos...:):):)

October 03

gata de apartamento

 

Divirtam-se, façam aqui: http://wordle.net/

(Vi no Blogica_mente)

September 22

Segredo

Psssst...... Parece... que vem aí novo bebé para a família!

madame_min

Será mesmo?! Fico contente, ó minha "bruxinha".... 

1º dia de aulas

lendo 

 

Para os meninos, livros novos, cadernos a brilhar, cheiros de escola no material novinho... Cabecinhas de 1º dia, cheias de boas intenções, tentando (por enquanto.... só hoje?!) portar-se bem, integrar-se na nova turma ou receber convenientemente os novos. Tudo isto com muita agitação e barulho de fundo, é claro, ou seria de estranhar!

Para mim, projectos na forja, muita energia para (re)começar, o entusiasmo do costume. Sala especial com disposição diferente, materiais à mão, armário para guardar portfolios, 3 ou 4 dos velhos Macs disponibilizados ao fundo...

Só espero poder obter bons resultados com esta forma nova de organizar as aulas que resolvi experimentar... (= miúdos entusiasmados, com vontade de estar ali, companheirismo e partilha, responsabilidade, autonomia...)

Chegaremos lá?! 

 

 

Torçam por nós, ok? cool

September 14

Vai um cineminha?!

Vou cantar com estes tipos.

 

mamma_mia

(Daqui)

September 06

Navegação cinéfila

jb (daqui)

A partir do delicioso site do Jeff Bridges (a não deixar de visitar) chega-se a uma quantidade enorme de coisas boas, entre elas este filme, by Hitchcock/Scorsese:

vejam AQUI

(impec, não acham?)

Serviços

 

- Talvez o Polvo à Lagareiro... Mas não sei se a dose é grande demais?!...

- É uma dose.

- Mas é grande?

- Vem numa travessa!

- Pois claro, não havia de vir a voar por aí fora... Numa travessa, mas grande?! Só estou a perguntar...

- E eu só estou a responder!!

 

waitress

 

Acho que já toda a gente sabe que eu adoro o Porto Santo. Mas o serviço, por lá, mesmo em locais onde se receberam já prémios, segundo etiqueta comprovativa (!!!) colada à entrada "Recomendamos este estabelecimento pelo bom serviço prestado ao cliente"... Bom, vou ali e já volto!

Como a leoa com os filhotes...

Este ano foi o brincar das nuvens com o sol em cima da montanha ali ao fundo, sobre a marina. A montanha que se cobre/descobre em opacidades e brilhos, consoante a brincadeira dos outros dois.

- Um, dois, três, sol!

- Um, dois, três, nuvem!

- Calma - diz a mãe montanha aos dois traquinas - Brinquem mais devagarinho!

ps2

Hoje está um dia cinzento, para facilitar-nos o ter de ir embora. Daquele lado não há brincadeira, o sol está a dormitar numa caminha de nuvens, cansado de tanto ter brilhado ontem. No lado oposto, na outra montanha, abre-se uma nesga:

- Um, dois, três, sol! - diz a nuvem. A brincadeira recomeça, mas hoje dali...

ps1

August 24

Não esquecer.... plz

 

 

MiaEspera2

August 23

Uma semanita fora...

 

...antes que o trabalhinho recomece a sério!

Vou até à minha praia.

Até! 

 

 ps2

ps1

August 14

?ausente?

espsempres

 

(Prometo começar a "regar a plantinha" um destes dias.

É que andamos ocupadas com isto... )